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Arquitetura

A igreja da Transfiguração

O projeto feito pelo escritório londrino DOS Architects ganhou a concorrência para a vanguardista igreja a ser construida em Lagos, na Nigéria.

Lugar para 2 mil pessoas, orçamento

Homilia Frei Nestor

Prezados fiéis - tem duas frases de extrema importância na primeira leitura de hoje, de Paulo aos Coríntios:

"Não cobicemos coisas más" ele disse, e então "Deus não permitirá que sejamos tentados acima de nossas forças."

+ Alí vemos a importância de procurar afastar os maus pensamentos e desejos. Pois se nós não lutemos contra os maus pensamentos e desejos, Deus não terá nenhum compromisso de nos ajudar na tentação, de não deixar a tentação ir além de nossas forças!

Como nós todos aprendemos no catecismo, é obrigação nossa não entrar na ocasião de pecado, aceitando pensar, imaginar coisas mas. Como diz um ditado, "O pensamento é o pai da ação". Se eu aceitar "cobiçar coisas mas" - talvez digo a mim mesmo que eu não quero pecar, somente pensar um pouquinho , mas Deus estará vendo que esta não é uma tentação vindo do demônio, mas sim minha própria vontade, contrária a vontade divina – e tendo me criado livre, Ele não vai tirar minha liberdade mesmo que eu esteja usando-a mal, mas vai permitir que a tentação naturalmente excede minhas forças e então pecando não terei o merecimento de mais uma vitoria sobre a tentação, como fala no final da epistola, mas terei a culpa de um pecado, merecendo castigo. Amem

A Verdade sobre Galileu Galilei

Aula Professor Angueth - História dos Santos

Campanha de Embolar o Campo com “Plebiscito” Popular

[Mais um bom artigo de um bispo (este, recebido por email): Dom Cristiano Krapf critica o plebiscito sobre o limite da propriedade da terra. Merece ampla divulgação. Deus seja louvado pelos bispos estarem rompendo a cortina de silêncio (às vezes, de criminosa cumplicidade...) imposta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Cabe perguntar: afinal de contas, a CNBB apóia ou não este plebiscito esquerdista?]

 

Dom Cristiano Krapf, Bispo de Jequié, BA

Diante da pobreza de milhões de brasileiros nesta terra tão rica em recursos naturais, até pessoas bem intencionadas se deixam instrumentalizar por adeptos de uma ideologia anticapitalista e antineoliberal que ainda tem a ilusão de construir uma sociedade mais justa pelo atalho da luta de classes.

Já no último dia da Reunião dos Bispos em Brasília tivemos um breve tempo de estudo em grupos e apresentação de emendas para um texto de 55 páginas sobre a Questão Agrária, com a proposta de envolver a CNBB numa campanha para limitar por lei arbitrária o tamanho de propriedades rurais.

Faz muito tempo que tal projeto é tramado nos bastidores de setores que desejam radicalizar a reforma agrária. Ainda achei uma brecha para dizer que seria muito melhor insistir na exigência da função social de toda propriedade, em vez de perturbar o trabalho de pessoas que fazem a terra produzir. Tentei oferecer um texto crítico que fiz às pressas com argumentos razoáveis contra a tentativa de atacar e atrasar o desenvolvimento de uma agricultura moderna num país com a vocação de ser o celeiro do mundo neste século de perspectivas ameaçadoras de conflitos crescentes por alimento, por energia e por água.

Não conseguindo distribuir a todos o meu texto sobre o tal plebiscito, o mandei aos colegas pela internet, junto com outro mais elaborado sobre a Questão Agrária para Bispos, que ainda está guardado no meu Blog, porque se refere à primeira versão do texto da CNBB, do qual ainda não vi a versão final.

Quando questionei o envolvimento oficial da CNBB numa campanha contra grandes propriedades rurais que só servirá para agitar ainda mais o ambiente rural, recebi a resposta que não seria publicado um documento na coleção azul, mas apenas um texto para estudo na coleção verde. No entanto, já começou a campanha com a coleta de assinaturas e com a mobilização do povo para o grito dos excluídos. Quem não participar, será criticado como se não estivesse interessado na melhora de vida do homem do campo.

Na CNBB, quando um bispo assume posições muito definidas, os outros não gostam de apresentar opiniões divergentes. Isso ficou claro quando alguns queriam mobilizar a Igreja toda contra projetos de transposição de água do São Francisco e de hidroelétricas na Amazônia.

Pessoalmente, não vejo por que todos os bispos deviam marchar unidos contra projetos complicados que dividem as opiniões dos envolvidos e dos entendidos. Vejo que muitos fabricam argumentos para justificar seus objetivos, em vez de escolher seus objetivos de acordo com a verdade objetiva da razão.

Precisamos cuidar da unidade na doutrina, na liturgia, na solidariedade. Em questões de política econômica, não cabe à CNBB impor seus pontos de vista a ninguém. As opiniões de cada bispo valem de acordo com o peso dos seus conhecimentos manifestados nos seus argumentos. Viva a liberdade!

Não quero impor as minhas opiniões. Quero apenas oferecer meus argumentos pessoais aos interessados no assunto, e deixar claro que nenhum católico é obrigado a participar de uma campanha promovida por uma entidade qualquer, mesmo que conte com o apoio de setores da CNBB. Ninguém pode exigir que todo católico venha embarcar na canoa furada desse “plebiscito”.  Tal campanha contra o tamanho das propriedades rurais só fará aumentar os conflitos no campo. Quem sobreviver verá.

Na proposta que surgiu na nossa Assembléia faltou definir coisas importantes:

1)   Qual deve ser o tamanho limite das propriedades?

2)   A desapropriação será com indenização ou por confisco sumário?

3)   Quem receberá a terra pronta e as benfeitorias de presente? O invasor que chegar primeiro? Os amigos dos donos do poder?

Agora, o Forum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, FNRA, já diz qual deve ser o Limite da Propriedade: 35 módulos fiscais Um manual recente do FNRA explica que um módulo tem entre 5 e 110 hectares. Segundo o INCRA, em regiões de São Paulo boas para culturas permanentes um módulo tem dez hectares. Portanto, propriedades que ultrapassam 350 hectares serão desapropriadas.

Com as leis atuais que protegem fazendas produtivas, já acontecem invasões de áreas plantadas. Aqui na Bahia, invasores de terras alheias cortaram pés de eucaliptos com o argumento tolo que pobre não come madeira. Alguém imagina que grandes plantações de laranja, de café, de cana, de soja, de eucaliptos, seriam entregues sem resistência ao primeiro invasor que chegar? Ou será que ainda existem movimentos que sonham com revolução?

No sertão difícil, os módulos são bem maiores, mas o pessoal não dorme no ponto. Vão procurar as regiões melhores. Já existem assentamentos que produzem pouco, mas onde receberam casas perto de cidades. Outros procuram lugares de futuro turístico. Assentamentos no interior do sertão só sobrevivem enquanto continuam recebendo ajuda.

Resumindo, a proposta do FNRA é esta: Confiscar as grandes fazendas:

Áreas acima de 35 módulos sejam automaticamente incorporadas ao patrimônio público e destinadas à reforma agrária.

Jequié, 17 de Julho de 2010
+ Cristiano Krapf

Belo lembrete do Cardeal Cañizares

Belo lembrete de Sua Eminência o Cardeal Cañizares, a propósito do fim último do Motu Proprio "Summorum Pontificum", no prefácio que faz à edição espanhola do livro do Padre Nicola Bux, "La reforma de Benedicto XVI". À atenção de bispos lusitanos cismáticos e demais hereges progressistas.

Se cremos de verdade que a Eucaristia é realmente a “fonte e o ápice da vida cristã” - como nos recorda o Concílio Vaticano II - não podemos admitir que seja celebrada de um modo indigno. Para muitos, aceitar a reforma conciliar significou celebrar uma Missa que de um modo ou de outro devia ser “dessacralizada”. Quantos sacerdotes vimos ser tratados como “retrógrados” ou “anticonciliares” pelo simples facto de celebrarem de maneira solene, piedosa ou simplesmente por obedecerem cabalmente às rubricas! É peremptório sair desta dialéctica.

A reforma foi aplicada e principalmente vivida como uma mudança absoluta, como se se devesse criar um abismo entre o pré e o pós Concílio, em um contexto em que o termo “pré-conciliar” era usado como um insulto. Aqui também se deu o fenómeno que o Papa observa em sua recente carta aos bispos de 10 de Março de 2009: “Às vezes se tem a impressão de que nossa sociedade tenha necessidade de um grupo, ao menos, com o qual não tenha tolerância alguma, o qual se pode atacar com ódio”. Durante este ano foi o caso, em boa medida, dos sacerdotes e fiéis ligados à forma de Missa herdada através dos séculos, tratados muitas vezes como “leprosos”, como dizia de forma contundente o então cardeal Ratzinger.

Hoje em dia, graças ao Motu Proprio, esta situação está mudando notavelmente. E em grande medida está acontecendo porque a vontade do Papa não foi unicamente satisfazer aos seguidores de Dom Lefebvre, nem limitar-se a responder aos justos desejos dos fiéis que se sentem ligados, por diversos motivos, à herança litúrgica representada pelo rito romano, mas também, e de maneira especial, abrir a riqueza litúrgica da Igreja a todos os fiéis, tornando possível assim a descoberta dos tesouros do património litúrgico da Igreja a quem ainda o ignora. Quantas vezes a atitude dos que os menosprezam não é devida a outra coisa senão a este desconhecimento! Por isso, considerado a partir deste último aspecto, o Motu Proprio tem sentido transcendente à existência ou não de conflitos: ainda quando não houvesse nenhum “tradicionalista” a quem satisfazer, este “descobrimento” teria sido suficiente para justificar as disposições do Papa.
(destaques meus)
Todas as religiões são boas, salvam e são caminhos para Deus?

Adaptado de um texto de Rafael Rodrigues
sadoutrina.wordpress.com

«Nestes tempos de sincretismo religioso, muito se tem falado sobre liberdade religiosa, de culto, de crença, ecumenismo e que qualquer religião pode levar-nos à salvação, mas será que isso é verdade? O que será que Jesus pensa disso?

Vamos à Bíblia para saber disso:
Êxodo 20,3: “Não terás outros deuses diante de mim.”
Êxodo 22, 20: “Aquele que oferecer sacrifícios aos deuses, à excepção do Senhor, será morto”.
Êxodo 22,18: “Não deixarás viver os feiticeiros”.

Salmo 95,5: “Todos os deuses dos gentios são demónios”.

Isaías 44, 6: “Eis o que diz o Senhor, rei de Israel, e seu Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro e sou o último, e fora de mim não há Deus.”
Isaías 45,21-22: “… Deus justo e salvador não o há fora de mim. Convertei-vos a mim, e sereis salvos, vós todos os povos da terra, porque eu sou Deus e não há outro.”

Pelo Antigo Testamento só há um único Deus verdadeiro, que é o de Israel. Todos os outros são demónios: Braman, Shiva, Vishnu, Alá, Moloc, Zeus, Apolo, Mercúrio, Tupã, Iemanjá, Oxossi, etc.

Os exemplos de Moisés e principalmente de Elias, dois dos maiores Santos da história, são neste sentido, anti-ecuménicos: Moisés destruiu o bezerro de ouro, feito pelos israelitas, enquanto ele estava no Monte Sinai: “E pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o e esmagou-o…”(Êxodo, 32,20). E depois, Moisés puniu os culpados: “… e cerca de vinte e três mil caíram (mortos) naquele dia…” (Êxodo, 32, 28).

Elias convidou os sacerdotes de Baal para um duelo: eles iriam ao Monte Carmelo e invocariam Baal, enquanto Elias rezaria ao Deus de Israel, para que enviasse fogo do céu, a fim de consumir uma vítima oferecida em sacrifício. Quem tal fizesse, esse seria o Deus verdadeiro.

No Monte designado, Baal não aparecia; Elias escarnecia e dizia: “Gritai mais alto, porque ele é um deus, e talvez esteja em viagem, ou numa estalagem, dorme e necessita que o acordem” (1 Reis, 18, 27-28).

O Deus verdadeiro apareceu e consumiu a vítima. Os sacerdotes de Baal, vendo a sua derrota, preparavam-se para fugir, mas Elias não deixou: “Apanhai os profetas de Baal, e não escape nenhum. E, tendo-os agarrado, levou-os à torrente de Cison, e ali os matou” (1 Reis 18, 40).

No Novo Testamento temos a confirmação de que só um Deus é o verdadeiro. E é fundada a única Igreja verdadeira…
São Mateus 4,8-10: “De novo o demónio o transportou a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua magnificência. E disse-lhe: Tudo isto te darei, se prostrado, me adorares. Então Jesus disse-lhe: Vai-te Satanás, porque está escrito: Só ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás e prestarás culto”.

Pelo texto, podemos tirar duas conclusões:
1. Todos os reinos do mundo serviam a Satanás.
2. Só é possível adorar a um só Deus.

S. João 4, 68: “A quem iremos? Só vós (Cristo) tendes palavras de vida eterna”
Actos 4,12: “e não há salvação em nenhum outro. Porque sob o céu, nenhum outro nome (além do de Cristo) foi dado aos homens, pelo qual nós devamos ser salvos”.
I Cor. 10,19,22: "antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, sacrificam-nas aos demónios e não a Deus. E não quero que vos associeis aos demónios; não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demónios: não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demónios“.

E o que diz o catecismo?
Vamos lá:
“PAI, … a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o Deus único verdadeiro, e aquele que enviaste, Jesus Cristo” (Jo 17,3). “Deus, nosso Salvador… quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Tm 2,3-4). ““Não há, debaixo do céu, outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12), fora o nome de JESUS.” (Prólogo do Catecismo da Igreja Católica).

“Fora da Cruz não existe outra escada por onde subir ao céu.”
Parágrafo 619: “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras” (1 Cor 15,3).

Parágrafo 620: “A nossa salvação deriva da iniciativa de amor de Deus para conosco, pois “foi Ele quem nos amou e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados” (1 Jo 4,10). “Foi Deus que em Cristo reconciliou o mundo consigo” (2 Cor 5,19)”.

Parágrafo 621: “Jesus ofereceu-se livremente pela nossa salvação. Este dom, ele o significa e o realiza por antecipação durante a Última Ceia: “Isto é o meu corpo, que será entregue por vós” (Lc 22,19)”.

Parágrafo 622: “Nisto consiste a redenção de Cristo: ele “veio dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20,28), isto é, “amar os seus até ao fim” (Jo 13,1), para que sejais “libertados da vida fútil que herdastes dos vossos pais””.

Parágrafo 623: “Pela sua obediência de amor ao Pai, “até à morte de cruz” (Fl 2,8), Jesus realizou a sua missão expiatória do Servo Sofredor que “justificará muitos e levará sobre si as suas transgressões”.

E por Último:
Parágrafo 616: “Nenhum homem, ainda que o mais santo, tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens, e de oferecer-se em sacrifício por todos.”

Ou seja, fora do cristianismo [Catolicismo, nota minha] não há salvação! Qualquer um que pregue o contrário não pertence a Deus. A Bíblia e a Igreja atestam isso, qualquer outro deus e outra “religião” são embustes do maligno para a perdição das almas que Cristo tanto ama.

Não é Possível viver no cristianismo e noutra “religião”; ou somos cristãos ou não somos: “Conheço as tuas obras, não és frio nem quente; quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca” (Apocalipse 3, 15-16).

Cristo ama-te e deu a vida na cruz para nos salvar e provar o seu amor: Ele é todo poderoso - não precisaria morrer de tal maneira -, mas para mostrar a imensidão do seu amor por nós, o verbo se fez carne e habitou na terra, entre os homens.

Se hoje estamos a viver um caminho diferente do que já foi ensinado por Cristo no santo Evangelho, pensemos, reflictamos e abramos os nossos corações; peçamos ao Senhor perdão, pois Deus deu-nos a oportunidade de uma vida eterna ao seu lado; pelo seu amor infinito deu-nos a opção de viver ou morrer eternamente. Somos nós quem deve escolher que caminho trilhar.

Romanos 10, 9-10 “Portanto, se com a tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se no teu coração crês que Deus o ressuscitou de entre os mortos, serás salvo." É CRENDO DE CORAÇÃO que se obtém a justiça, e é professando com palavras [e também com as boas obras, nota minha] que se chega à SALVAÇÃO.»

Estudos sobre Liturgia e a Missa

Nos dias de 18 a 21 de agosto de 2010, nosso grupo de estudo católico estará realizando, aqui em belém, um encontro com o Padre Almir de Andrade, Seminaristas do IBP que estarão em visita a Belém e professor Alberto Zuchi, cujo o tema será o Motu Proprio "Summorum Pontificum" e a Missa Antiga.

Os encontros serão sempre das 19 ás 21 horas.

No ultimo dia do encontro, será celebrada a Santa Missa na forma extraordinária por nosso arcebispo metropolitano Dom Alberto Taveira.

Para participar envie-nos um comentário que entraremos em contato.

As vagas são limitadas.

Carta de um amigo a seu grupo da Internet

“....Nós somos naturalmente mais orgulhosos que os pavões, mais
agarrados à terra que os sapos, mais sujos que os bodes, mais
invejosos que as serpentes, mais gulosos que os porcos, mais iracundos
que os tigres e mais preguiçosos que as tartarugas, mais fracos que
juncos e mais inconstantes que os cata-ventos....” (Tratado da
Verdadeira Devoção à Sma. Virgem- S. Luis G. De Montfort)

Caros colegas,
é fato que o que nos une nesta lista não é a afeição pessoal, a
amizade ou vínculos profissionais que temos uns com os outros. Não
somos um grupo de ex-colegas de faculdade, vizinhos, parentes.
A RAZÃO QUE NOS UNE É CRISTO.
Mas o sacrifício de Cristo não nos basta sem nossa adesão consciente e
voluntária ao seu plano de salvação. Essa adesão exige de nós:
1º) a renúncia de si mesmo;
2º) tomar a própria cruz e seguí-lo.
Neste ponto, relembro o testemunho de vida de Santa Rita de Cássia.
Esta mulher renunciou ao sonho da vida religiosa por obediência aos
pais, pois obedecer aos pais também implica honrá-los (nisto consiste
o 4º mandamento). Casou-se, por obediência aos pais,  com um libertino
violento submetendo-se aos seus caprichos. Seus filhos trilharam o
mesmo caminho da iniquidade. Esta mulher gastou sua juventude, suas
forças, sua beleza, tudo que havia de mais caro neste mundo por amor.
Amor? A quem? Ao marido? Aos filhos?
A Deus.
Ela renunciou a si mesma...
Ela tomou sua cruz...
E amou o seu próximo, não porque o próximo fosse merecedor. Claro que
não! Mas amou-os por amor a Deus.
É porque Deus ama a seus filhos (até os mais perversos) que Santa Rita
devia amá-los também.
É porque Deus quer a Salvação de todos (principalmente dos pecadores)
que Santa Rita orou pelo seu marido algoz.
Também foi por amor a Deus que Santa Maria Goreti perdoou o assassino
que tentava estuprá-la.
Foi por amor a Deus que padres tiveram os olhos furados pelos
comunistas na Guerra Civil Espanhola.
Foi por amor a Deus que algumas freiras da França foram decapitadas na
guilhotina dos jacobinos.

Também é por amor a Deus que eu tenho que ouvir as queixas de minha
mulher debochando de mim, da Santa Missa Tridentina enquanto ela se
ocupa das coisas do mundo.
É por amor a Deus que sigo minha religião, vista pelos meus familiares
com o exotismo de quem vê um orangotango de zoológico, uma beatice
inútil.
É por amor a Deus que sou taxado de “beato desocupado”, sem ter mais o
que fazer, que não dá atenção aos dois filhos pequenos.
Também foi por amor a Deus que tolerei ter sido chamado em público de
“jumento de Satanás” em uma situação constrangedora.

Porque o triunfo que eu busco não é o da minha opinião.
O triunfo que eu busco é do Imaculado Coração de Maria.
O triunfo que eu busco é o triunfo da Cruz.
Pois quando o Filho do homem for levantado, atrairá tudo para Ele. E
isto acontece na Santa Missa. É a Santa Missa que nos une nesta lista.
Já está na hora de deixarmos os computadores.
Chega de teclados, de monitores de vídeos, de mensagens, de opiniões,
de debates.
CHEGA !!!!
Chegou a hora de desligarmos nossos computadores e tomarmos o terço em
nossas mãos.
Rezemos.
Não distantes uns dos outros, mas JUNTOS, reunidos diante daquele nos
chamou para Sua Glória.
Rezemos contemplando o Sacrário.
Contemplando aquele que nos prometeu a RESSUREIÇÃO de nossa carne,
futuro alimento de vermes.
No centro, na Zona Norte, na Zona Sul, não importa onde. Importa que
estejamos JUNTOS.
Não virtualmente, mas FISICAMENTE.
Sem mouse, sem internet, sem monitor.
Rezemos, não diante de um computador, mas diante do Altíssimo.
Diante daquele que nos inspira a virtude da ESPERANÇA. Pois os que
esperam no Senhor terão suas forças renovadas.
Rezemos sabendo esperar.
Esperar em Deus (não nos homens).
Esperar como as virgens prudentes da parábola. E elas eram prudentes
porque não buscavam o respeito umas das outras, mas buscavam somente o
esposo.
O convite está feito.
Cada um responda por si mesmo

Alcleir - Rio de Janeiro

O Caso Bruno

COMPAIXÃO PARA COM ELIZA E BRUNO

 

Estão chovendo comentários sobre Caso do Bruno na internet. E muito humor de mau gosto, principalmente porque trata a vítima como prostituta. Não vi, mas alguém já deve ter dito: “Bem feito... Também, com a vida que levada, ia mesmo acabar do jeito que acabou”.  O assunto é muito sério para ser tratado assim - seja para se escapar do choque que a morte de Eliza provocou, seja principalmente para fazer humor de mau gosto. É uma estupidez! E não é porque se tratam de criminosos e de Eliza, que levou a vida que levou e tendo o pai condenado por crime de pedofilia, inclusive, que mereçam os comentários desairosos.

Se adicionássemos à leitura do Caso Bruno (e de tantos outros com o mesmo grau de violência – lembremos do Caso Isabela Nardone do Caso Irmãos Novelino, no Pará) uma dose de sentimento cristão, haveríamos de ter compaixão de Eliza Salmúdio, Bruno e demais, afinal, todos são Filhos de Deus. De Eliza, por ter sido vítima de gestos tão estúpidos quanto desumanos, e por ter vivido como viveu, e de seus algozes; principalmente de Bruno por ter chegado aonde chegou, numa combinação de fatores humanos recheada, certamente, pela carência de educação, que ele compensou com o dinheiro fácil do futebol. Há de se ter pena dele por ter perdido a razão; ter valorizado o prazer e desprezado a moral (e qual moral não carrega sua carga de cristianismo?); ter experimentado a soberba, a prepotência e faltado com a humildade. E por ser ignorante! Tenha-se compaixão dos demais acusados do crime porque ímpios, todos de alma igualmente carentes de socorro espiritual.

 O Evangelho é rico, riquíssimo de mensagens que, se não quisermos tomá-las como catequéticas, servem não só para consolidarmos a fé em Cristo, mas também para formar o caráter, refinar os comportamentos, lapidar as atitudes, praticar o amor pelo semelhante. Leiam, além dos Evangelhos, o Livro do Eclesiastes e o Livro do Eclesiástico.  No mínimo são excelentes regras de autoajuda, mas tudo inspirado na Lei Maior, a Lei de Deus). Conteúdo que é tudo que leva o ser humano a ter respeito pelo direito dos outros, seja a simples atitude de não furar a fila na porta do estádio ou do banco, seja por respeito à própria vida e, principalmente, pelo dever de obedecer ao Primeiro Mandamento: “Não Matarás”. É do Evangelho de São Mateus (22.37:40) que se pode retirar boa síntese de tudo isso: "Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas" (Mt 22.37-40).

 Basta isso para compensarmos a centralização do mundo no homem, simplesmente. Minha crença leva-me a acreditar que só o afastamento de Deus leva o homem a atitudes e gestos tão mórbidos, tão violentos e também a outros crimes inqualificáveis como a pedofilia. Na falta de melhor compreensão da vida por meio do respeito aos direitos pessoais e alheios, do amor e da moral, Talvez o excesso de auto-estima, o prazer pelo prazer (já viram como se usa o automóvel, agora verdadeiro instrumento de prepotência no trânsito, incluindo as caixas de som?) - explicado pela psicologia humanista (“todos nós nascemos bons, a sociedade é a culpada...") - tenha contribuído para levar o homem à última conseqüência do ego. Perdemos a medida de todas as coisas?

A Bíblia nos ensina que foi o ego exatamente que disparou a cobiça do homem pelo Jardim do Éden. Nada contra o prazer, a satisfação, o conforto. Deus não criou o homem para sofrer, mas para ser feliz! Mas a liberdade que Ele também nos concedeu, permitiu o homem a fazer suas escolhas. E quase sempre escolhemos errado: trair, mentir, roubar, matar. E tudo nos foi dado segundo a Lei Dele. A questão foi que o homem esqueceu essa Lei e se reduziu ao amor-próprio, a auto-estima, a auto-realização e auto muitas coisas mais.

Experimentados por pessoas como Bruno (e a própria Eliza, levando a vida que levou de aventura, de prazer, sexo nada gratuito e baladas) são sentimentos que fazem o homem perder a fé, a razão e a moral. O resultado é explosivo, sempre!

 

Nélio Palheta

Escrito originalmente como Comentário no http://blogdareporter.blogspot.com ,  em 9 de julho de 2010

MISSA TRIDENTINA DO DIA 11 DE JULHO DE 2010

ESTE DOMINGO A MISSA TRIDENTINA EM BELÉM SERÁ CELEBRADA NA CAPELA DO COLÉGIO SANTA ROSA, ÁS 11 HORAS DA MANHÃ PELO PADRE WIREMBER.

O COLÉGIO SANTA ROSA FICA NA TRAVESSA PADRE EUTÍQUIO, ENTRE CONSELHEIRO FURTADO E RUA DOS TAMOIOS.

Regina Caeli

 

 

Coincidência entre os membros da Igreja Visível e da Igreja Invisível. Alguns textos magisterias a serem observados

por Claudiomar Ferreira de Medeiros Filho
 
Hoje, se tem desenvolvida teologicamente uma teoria que milita ampliar o conceito de Igreja para que se sustente a letra do dogma Fora da Igreja Não Há Salvação. Diante da solidez da afirmação dogmática, arquitetou-se incrementar o número dos que integram a Igreja e assim poder continuar afirmando que fora da Igreja (bem mais ampla do que é realmente) não há salvação. Com isso, a problemática passou a ter seu foco principal voltado para uma questão de eclesiologia mais ampla, o que, conseqüentemente, tornou ainda mais complexa a discussão do tema nos dias atuais, levando analistas a abdicarem da árdua tarefa do aprofundamento exigido e a aceitar passivamente tal teoria.

Porém, colocada à devida prova, rapidamente se constata que essa teoria amplia indevidamente o número dos que se qualificam como membros integrantes da Igreja. Mas, como a doutrina da Igreja não se restringe às atuais propostas teológicas, recorre-se ao Catecismo Romano, o qual apresenta de forma bastante precisa quem não deve ser contado entre os integrantes da Igreja:

Só três classes de homens são excluídos da comunhão com a Igreja. Em primeiro lugar, os infiéis; em segundo, os hereges e cismáticos; por último, os excomungados. Os pagãos, realmente, porque nunca estiveram no seio da Igreja; não a conheceram, nem se tornaram participantes de nenhum Sacramento, na comunidade do povo cristão. Os hereges e cismáticos, porque apostataram da Igreja. Pertencem tampouco à Igreja, como os desertores fazem parte do exército, que abandonaram. É certo todavia, que continuam sob o poder [coercitivo] da Igreja, que os pode julgar punir e excomungar. Afinal, os excomungados, que são excluídos judicialmente da Igreja, que os pode julgar punir, e excomungar. (CATECISMO ROMANO. Redigido por decreto do Concílio Tridentino. Anápolis: Serviço de Animação Eucarística Mariana, 2006, p. 162).

Há não poucas iniciativas de se tentar assinalar uma divisão e uma não-coincidência entre a Igreja visível e a Igreja invisível. Porém, catalogamos mesmo a Lumen Gentium, que chega a dizer explicitamente o contrário:

A sociedade provida de órgãos hierárquicos e o Corpo Místico de Cristo, a assembléia visível e a comunidade espiritual, a Igreja terrestre e a Igreja enriquecida dos bens celestes, não devem ser considerados duas coisas, mas formam uma só realidade complexa. (Constituição dogmática Lumen Gentium, n. 8. In: Compêndio do Vaticano II. Constituições, decretos, declarações. 27. ed. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 46).

Leão XIII, na encíclica Satis Cognitum, enfatiza tal questão, esclarecendo como se dá essa união:

Cristo é uno pela união das duas naturezas e nas duas naturezas, a visível e a invisível. Analogamente Seu Corpo Místico não seria a verdadeira Igreja se seus elementos visíveis não recebessem a força e a vida dos dons sobrenaturais e dos outros elementos invisíveis, dos quais nasce sua própria essência e natureza. (LEÃO XIII. Encíclica Satis Cognitum, n. 4).

Pio XII, em sua encíclica Mystici Corporis, também contribui para maior elucidação e reto entendimento:

Se a Igreja é um corpo, deve necessariamente ser um todo sem divisão, segundo aquela sentença de Paulo: "Nós, muitos, somos um só corpo em Cristo" (Rm 12, 5). E não só deve ser um todo sem divisão, mas também algo concreto e visível, como afirma nosso predecessor de feliz memória Leão XIII, na encíclica "Satis cognitum": "Pelo fato mesmo que é um corpo, a Igreja torna-se visível aos olhos". Estão pois longe da verdade revelada os que imaginam a Igreja por forma, que não se pode tocar nem ver, mas é apenas, como dizem, uma coisa "pneumática" que une entre si com vínculo invisível muitas comunidades cristãs, embora separadas na fé.
(PIO XII. Encíclica Mysticy Corporis, n. 14. In: Documentos de Pio XII: Trad. Poliglota Vaticana. São Paulo: Paulus, 1998, p. 147).


Não se quer dizer que todos dentro da Igreja estejam salvos. O Catecismo Romano deixa bem claro este ponto:

Há, porém, na Igreja militante duas categorias de homens: bons e maus. Certo é que os maus participam com os bons, dos mesmos Sacramentos, professam a mesma fé, mas não lhes são semelhantes nem na vida, nem nos costumes. Os bons, na Igreja, são aqueles que estão unidos e ligados entre si, não só pela profissão de fé e participação dos sacramentos, mas também pelo espírito da graça e pelo elo da caridade. Deles é que se declarou: "O Senhor sabe quem são os seus". (2 Tm 2, 19). Nós homens podemos conjeturar, mas nunca saber com certeza, quais são os que pertencem ao número dos justos. (CATECISMO ROMANO. Redigido por decreto do Concílio Tridentino. Anápolis: Serviço de Animação Eucarística Mariana, 2006, p. 161).

Essa mesma proposta também é endossada pelo Terceiro Catecismo da Doutrina Cristã:

Não basta para nos salvarmos sermos de qualquer maneira membros da Igreja Católica, mas é preciso que sejamos seus membros vivos. Os membros vivos da Igreja são todos os justos e só eles, isto é, aqueles que estão atualmente em graça de Deus. Membros mortos da Igreja são os fiéis que estão em pecado mortal. Quem, sendo muito embora membro da Igreja Católica, não pusesse em prática os seus ensinamentos, seria membro morto, e portanto não se salvaria, porque para a salvação de um adulto requer-se não só o Batismo e a fé, mas também as obras conformes à fé. (PIO X. Catecismo maior de São Pio X. Anápolis: Edições Santo Tomás, 2005, n. 165-171, p. 69-70).

Portanto, erram aqueles que diminuem as condições exigidas para o homem se fazer apto a ver Deus face a face no além-físico, e relativizam os preceitos da fé católica.
Fonte: Arena Teológica
Missas no Mês de Julho em Belém

AVISO IMPORTANTE

No mês de JULHO as missas Tridentinas de Belém, serão celebradas apenas na capela do colégio Santa Rosa, situado na Travessa Padre Eutíquio, entre Tamoios e Conselheiro Furtado, nos domingos de 11 a 25, sempre às 11 horas da manhã.

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Encontro de Estudo



Estudos sobre Liturgia e a Missa
Nos dias de 18 a 21 de agosto de 2010, nosso grupo de estudo católico estará realizando, aqui em belém, um encontro com o Padre Almir de Andrade, Seminaristas do IBP que estarão em visita a Belém e professor Alberto Zuchi, cujo o tema será o Motu Proprio "Summorum Pontificum" e a Missa Antiga. Os encontros serão sempre das 19 ás 21 horas. No ultimo dia do encontro, será celebrada a Santa Missa na forma extraordinária por nosso arcebispo metropolitano Dom Alberto Taveira. Para participar envie-nos um comentário que entraremos em contato. As vagas são limitadas.
 
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